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sábado, 3 de novembro de 2012

Minha música...

Quem me conhece sabe de minha paixão pelo músico irlandês Damien Rice. Eu até o citei nos agradecimentos da minha dissertação de mestrado. 
Poucas vezes uma voz me inspirou tanto. Já faz seis anos que ele não lança um álbum novo mas, mesmo assim, as músicas dele são o motor de minha vida intelectual.
Sim, sim, eu estou em um sério relacionamento musical com Damien.
Nossa, quando consegui ver o show dele em Buenos Aires, em 2009, foi a realização de um sonho. Eu chorava, ria, cantava, gritava, tudo junto. E o danadinho ainda nos chamou para o palco para cantarmos com ele. Eu fui e tenho várias fotos do momento. Até falei com ele e ganhei um beijo na bochecha.
Prova número 1:


Mas tem uma música do THE VERVE chamada THE BITTERSWEET SYMPHONY que me persegue. Ela toca nos momentos mais definitivos de minha vida e nos mais diversos países. Assim, do nada, ela toca em Paris, enquanto andávamos pelos Champs-Elyssés. Ou dentro de um táxi em Buenos Aires. No momento mais marcante do meu anievrsário de 30 anos... Sempre, sempre. Eu não a escolhi, foi ela que me escolheu, por assim dizer. (E ainda bem que é uma baita de uma música!!!)



terça-feira, 11 de setembro de 2012

POUCA VOGAL

A minha lembrança musical mais antiga é da minha mãe tocando piano (POUR ELISE, de Beethoven). E, a segunda mais antiga é ERA UM GAROTO, dos ENGENHEIROS DO HAWAII, tocando no rádio de algum carro. O "rá-tá-tá-tá (...)" dessa música é inesquecível.
Eu sempre gostei de rock. Sempre! Não acho que isso seja um gosto compartilhado por alguém aqui em casa, onde quem reina é a MPB. Mas quando escutava o som da guitarra ficava feliz.
Há uns 10 anos cheguei a ver um show de ENGENHEIROS DO HAWAII, aqui em Recife. Foi simplesmente emocionante. Adoro e conheço todas as músicas mas quando eles tocaram REFRÃO DE BOLERO, PIANO BAR e INFINITA HIGHWAY, eu chorei de emoção. 
Aí, ENGENHEIROS parou ou acabou ou se separou e ficamos todos tristes. Até que, de repente, o nosso amado e temperamental Humberto Gessinger se juntou ao vocalista do CIDADÃO QUEM, Duca Leindecker, e juntos criaram "a menor banda de rock de Porto Alegre": POUCA VOGAL, em 2009.
(É Humberto quem define o duo assim antes dos shows :-))
Eu, claro, já fui para dois shows deles aqui em Recife e sempre é muito bom, ótimo, sensacional. A junção dos dois potencializou as qualidades das músicas de ENGENHEIROS e de CIDADÃO que eles tocam.
Por exemplo, a música DIA ESPECIAL é tão linda, mas tão linda que toda vez que eu escuto me emociono.
E em tempos como o nosso, onde as músicas parecem que são feitas para adolescentes (sim, isso é uma crítica), sem letra, sem música, sem sentido, sem emoção, sem nada, escutar ENGENHEIROS DO HAWAII, CIDADÃO QUEM e POUCA VOGAL é um bálsamo. Música boa faz os nossos cérebros trabalharem melhor. Não tem como! Vejam esses links aí embaixo e me digam se concordam ou não comigo!


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