Mostrando postagens com marcador Dostoiévski. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dostoiévski. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mais um de Dostoiévski!

OK, OK, eu sei que este espaço parece cada vez mais com um blog sobre livros. Mas tanto Vanessa quanto eu gostamos de ler e lemos MUITO.
Por exemplo, eu terminei agorinha há pouco O ETERNO MARIDO, de Dostoiévski. Esse livro mostra um verdadeiro embate sobre o marido traído e um dos amantes de sua falecida esposa. 
Não quero comentar muito porque o duelo dos dois é muito mais emocional do que físico e termina de forma brilhante.
Mas vou falar o quanto eu gostei dessa obra. Dostoiévski é um autor imortal porque, assim como Shakespeare, falava sobre a alma humana. E nossas emoções variam muito pouco ao longo dos séculos. Não tem como não gostar desse livro. Vale muito a pena.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Lendo livros escritos por russos...

Queridos e queridas, ontem, assistindo ao programa de Jô Soares, ouvi o crítico de literatura Manoel da Costa Pinto falar que a literatura russa é a melhor do mundo. E, sério mesmo, eu concordo!
Terminei de ler há pouco O CROCODILO e NOTAS DE INVERNO SOBRE IMPRESSÕES DE VERÃO, de Fiódor Dostoiévski.
Ele é um de meus autores prediletos desde que li o sensacional CRIME E CASTIGO, e a paixão só foi aumentando com outras obras como OS IRMÃOS KARAMÁZOV, O JOGADOR e por aí vai.
Pois bem, O CROCODILO é um interessantíssimo conto inacabado sobre um funcionário público que é devorado e passa a viver dentro de um crocodilo, que estava em exposição em São Petersburgo. Claro que o crocodilo é metáfora ao mundo burocrático ao qual o homem engolido fazia parte. E ,o mais legal é que essa minha edição da EDITORA 34 conta com os rascunhos do que o autor queria fazer com a obra. E, claro, Fiódor tinha por objetivo "sensualizar" bastante. Esse conto é extremamente engraçado e cheio de ótimas tiradas.
Já a segunda obra é, na verdade, um relato das impressões de Dostoiévski de uma viagem que ele fez à cidades como Paris e Londres. Interessante que, assim como ele, eu não consigo falar de Paris sem comparar com Londres. E, honestamente, apesar de toda a beleza e tudo o mais, Londres tem muito mais humanidade e honestidade, por assim dizer. ( "Nature et verité".)
As impressões do autor russo sobre Paris e as pessoas de lá, os ditos "parisienses" (categoria à parte de seres humanos, segundo os próprios rsrsrs), são as mesmas! Talvez Dickens, em seu A TALE OF TWO CITIES, tenha sido mais generoso do que o autor russo e eu sobre a capital da França. Contudo, e apesar de tudo, eu voltaria e - espero - voltarei à Paris. Mas que Londres é sensacional, isso é.
Não direi mais nada para não tirar de vocês o prazer que é ler essas duas obras. Leiam, minha gente. Vale muito a pena!
Dostoiévski 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...